quarta-feira, 21 de junho de 2017

Os consoles de "meia-geração" não são opções. São substitutos


     Salve meu povo! Como vocês estão? Espero que bem! Prometi a vocês que não iria sumir, e aqui estou.
     O texto de hoje não representa uma volta do Point às atividades com todo o gás, é mais uma singela contribuição minha para que o blog não fique 100% parado. Ainda me encontro naquela situação de pouca disponibilidade de tempo para alimentar este espaço, porém, arranjei uma folguinha agora no pós-E3 e quis compartilhar uma opinião com vocês.
     O material que vos trago hoje foi postado por mim num grupo de Facebook que encontrei ocasionalmente, o qual não mencionarei o nome, mas imaginei se tratar de um espaço amigável onde apreciadores de games poderiam debater construtivamente. Pura inocência minha achar que um lugar assim ia existir logo no Facebook. E bobeira da minha parte querer compartilhar uma opinião num espaço público quando tenho o meu próprio espaço para fazer isso, sem falar que aqui eu tenho o controle da situação e haterzinho não vê seu comentário sequer ser lido até o fim por este que vos fala. Apaguei o texto de lá e o trouxe pro Point, pois sei que aqui o nível de público é mais elevado.
     O texto é mais curto do que o meu padrão habitual, e nele eu abordo os efeitos das versões aprimoradas dos consoles de nova geração, PS4 Pro e o vindouro Xbox One X, na indústria gamística. Leiam com calma e depois opinem, considero o posicionamento de vocês muito importante. Gamers pensantes são protagonistas, e não NPCs, nessa indústria que amamos.
     Basta clicar para ver o post por completo e vocês terão acesso ao material. Aproveitem.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Hiato

Quem acompanha animes vai entender o trocadilho.
     Eu preciso ter uma conversa franca com vocês.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Alan Wake (PC)

Também disponível para Xbox 360.


     Eu vou ser sincero com vocês: não aprecio obras de terror. É um gênero que definitivamente não me faz a cabeça. Sempre que consumo algum conteúdo em meus momentos de lazer, prezo por aqueles que me permitam relaxar. Mesmo jogos que apresentem uma dificuldade mais elevada ainda são atraentes, pois seu ponto alto é apenas o desafio e nada além disso. Só que quando o assunto é terror, simplesmente não dá para relaxar. Seja um filme, série, anime ou jogo, a tensão que essas obras costumam ter e o medo que causam no espectador com relação ao que vai acontecer na próxima cena, definitivamente não são algo relaxante, mesmo a gente tendo ciência de que aquilo não vai sair pra fora da tela e nos matar, não dá pra ficar calmo com obras assim.
     É por isso que eu não conheço nada de Jason Voorhees ou Freddy Krueger além de seus personagens em Mortal Kombat, ou não tenho ideia de como é Outlast. E também é por isso que meus Resident Evil favoritos são justamente aqueles que os fãs de longa data da série mais detestam: os shooters, aqueles com mais ação e menos terror (para ilustrar: RE4, 5, 6 e os Revelations). Até gosto de The Last of Us porque, mesmo sendo tenso pra cacete, tem uma boa história e se passa de dia em vários momentos. Mas se fosse um jogo todo noturno e não tivesse personagens carismáticos como Joel e Ellie, dificilmente eu o jogaria.
     Mesmo com toda essa negação, eu tinha curiosidade em jogar Alan Wake. O amigo Alexandre do blog Smash Club vive falando desse game, fala tanto que eu até pensei que fosse um game de começo de geração, quando na verdade o título é de 2012 (lançado depois de Uncharted 3 e no mesmo ano do Wii U, vejam vocês). A propaganda sempre foi tão boa que eu me privei de qualquer informação sobre o jogo, assim como faço com qualquer game que eu tenha interesse em jogar. Fazia ideia de que era um jogo mais tenso, mas não imaginava que eu ia levar tanto cagaço assim. Confiram a review depois do skip!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Os games que eu nunca finalizei


     Fala meus queridos! Como estão? Espero que bem! E vossos janeiros estão sendo produtivos, gamisticamente falando? Tomara que sim! ^^
     Hoje resolvi compartilhar com vocês um assunto no qual venho pensando há um certo tempo: os jogos que ficaram pendentes ao longo de minha carreira gamer. É normal que a gente não finalize todos os games que começamos a jogar, seja por um motivo ou outro. Mas existem aqueles títulos em que essa nossa "incapacidade" de terminá-los nos intriga, pois são casos em que realmente gostaríamos de ver o final daquela obra. Quando você deixa de jogar algo por não gostar da proposta do game, é uma coisa, mas e quando você gosta do jogo, insiste nele várias vezes e mesmo assim não o termina? Acho que todo mundo deve ter uma meia dúzia de jogos assim em seu portfólio. E eu escolhi o texto de hoje para falar dos meus.
     Então, pra quem estiver em busca de inspiração para finalizar aquele bendito título arrastado por anos, ou queira apenas afogar suas mágoas junto das mágoas alheias, ou ainda, queira só dar risada deste que vos escreve não conseguir terminar Street Fighter 2, o meu muro das lamentações estará exposto depois do skip!

sábado, 31 de dezembro de 2016

Meme Gamer: O Que Joguei em 2016?


     Faltam menos de 24 horas para 2016 chegar ao fim. Este foi um ano bastante difícil para muitas pessoas, por diversos motivos: a crise financeira se acentuou e atingiu muitas famílias em cheio aqui no Brasil; as temperaturas bateram recordes de calor insuportáveis até para quem o prefere em relação ao frio; sem falar nos inúmeros ídolos que nos deixaram, tanto grandes artistas quanto pessoas próximas que admirávamos (sem esquecer de mencionar meus vizinhos aqui da Chapecoense, condolências a todos), tudo isso contribuiu para que muitas pessoas depositassem sua fé em um 2017 melhor e não vissem a hora do presente ano se findar.
     Porém, 2016 também não foi só coisa ruim. Analisando de uma perspectiva "EUcentrista", ou seja, falando de como eu passei por esse ano, foi um ano bom e de importantes realizações em minha vida. Fui aprovado no vestibular, consegui reerguer o Point, mesmo que em marcha lenta (tudo intencional, se eu postar direto vocês se cansam de mim XD) mudei minha mentalidade em relação a algumas características comuns da vida, procurando ver tudo de uma perspectiva mais positiva (algo muito importante considerando o que foi este ano de uma maneira geral) e, felizmente, consegui jogar muita coisa, mais do que a maioria. Inclusive, esse foi meu primeiro ano completo como PC gamer, plataforma para a qual migrei na metade de 2015. Por esta razão, quero dedicar minha participação no Meme Gamer deste ano ao meu querido amigo Leonardo Thums, ele que me "converteu" para a plataforma há algum tempo, sendo o maior responsável e companheiro nessa mudança para novos ares. Os papos com ele me permitiram não só ver as coisas além de "gráfico", como também contribuíram, e sempre contribuem, para uma visão mais aprofundada em diversos assuntos.
     E para quem é novato na blogosfera e não sabe, todo fim de ano o Marvox, lá do Marvox Brasil, organiza o Meme Gamer, onde os participantes contam em seus respectivos sites e canais um breve resumo dos games que jogaram no ano que passou. Bem, aqui no Point nunca é tão breve, porque eu sempre escrevo um pergaminho, olha só este, só de introdução já foram três parágrafos XD tá bem, sem mais enrolação, vamos revisar juntos o que eu joguei em 2016: